Quando a ficha cai - reflexões sobre o encerramento de um ciclo

15/08/2018

Confira o depoimento do jovem monitor Willian Rodrigues

Sabe aqueles ciclos que marcam a nossa vida? O Willian Rodrigues, que atuou no Centro Cultural da Juventude, identifica que o Programa Jovem Monitor/a Cultural foi um desses momentos marcantes.

“Há dois dias me despedi do Programa Jovem Monitor/a Cultural e, só agora refletindo muito, que a ficha começou a cair. O encerramento de um ciclo no meu ponto de vista deve ser leve para que haja bonanças no que estar por vir”, inicia a reflexão principalmente sobre a troca de experiências ao longo do último ano em que Willian atuou no Programa.

“Tive a sorte de entender como a cultura acontece nesses espaços e tenho muito a agradecer aos gestores e aos amigos que fiz nesse período e que pretendo levar comigo. Um bom gestor de um equipamento público não é só aquela pessoa que tem algum envolvimento na arte, cultura ou educação, mas sim aquele que tem um olhar pedagógico e receptivo, quer seja para o jovem monitor que inicia a sua jornada, para os artistas que desejam se manifestarem ou para o público que frequenta o espaço”, afirma Willian.

O jovem ainda compartilhou que é preciso ter muita coragem e empatia pelo próximo para tentar fazer a diferença na vida das pessoas que utilizam o espaço público de cultura.

O jovem aproveitou o momento para agradecer colegas do Centro Cultural, do Programa e da equipe de realização da atual edição. “Agradeço especialmente para aqueles que me acompanharam nessa jornada, que deixaram uma mensagem significativa em minha vida e que me mostraram que o meu caminho de fato é na cultura e na educação: Gabriel Kaspar, Fefo Villa Real, Alexandre Ricardo, Clayton João, Italo Yuri, Karen Rego, Elci Alves Arruda, Juba Ayo , Fernando Cartago e a todas as tias da limpeza, controladores de acesso e aos jovens monitores! Fica aqui o meu muito obrigado!”.

Willian, que este seja apenas mais um passo em uma vitoriosa caminhada nas políticas públicas de cultura e educação.

Autor: Rafael Biazão