Empreendedorismo como relação de amor

24/09/2012

Renata Grimberg, fundadora da marca Q-Vizu, participa do Ciclo de Palestras Shell Iniciativa Jovem e fala da importância de amar o que faz.

Na quinta-feira, dia 20 de setembro, Renata Grimberg dividiu com cerca de 40 jovens, entre participantes e não participantes do Programa Shell Iniciativa Jovem, a história de sua marca Q-Vizu, no auditório da Universidade Gama Filho, no Centro do Rio de Janeiro.

Renata é o lado emocional. Alan, de mesmo sobrenome, o lado racional. Há oito anos, os dois irmãos resolveram unir suas características complementares e realizar um sonho comum: criar uma marca de roupa ousada e irreverente, que rompesse com as regras impostas pela moda.

Depois de poucos meses de devaneios, reuniões e pesquisas de mercado, os dois irmãos - ela jornalista e ele administrador - resolveram colocar o sonho em prática e abriram a primeira loja ‘Q-Vizu’, no shopping Rio Sul, na zona sul do Rio de Janeiro.

O Shell Iniciativa Jovem promove o empreendedorismo sustentável através de capacitação, mentoria e consultoria a jovens de 20 a 34 anos que desejem se tornar empreendedores. O Ciclo de Palestras, atividade mensal do Programa, tem como objetivo promover a troca de experiência e proporcionar aos jovens o contato com pessoas que um dia também tiveram o mesmo sonho e que hoje são donos de negócios de sucesso.

“Quando estamos começando precisamos de referências. Todos podem se tornar essa referência. No início, um professor, uma palestra ou um texto que você lê pode mudar a história do seu negócio.” Comentou Renata.

Para ela, a grande importância de apresentar a trajetória da Q-Vizu é romper com regras que podem se transformar em barreiras para a execução de alguma ideia. “Por mais que se estude estratégia ou logística, não há nada que faça mais seu negócio dar certo do que a sua vontade de que isso aconteça. Quem sabe mais do seu empreendimento é você e é preciso ser apaixonado pelo que faz.” Disse Renata

Renata, que põe em prática a formação de jornalista em seu dia-a-dia, quando estampa nas peças da Q-Vizu aquilo que está acontecendo no mundo, contou que apesar de ter sido difícil, hoje pode dizer que é realizada profissionalmente. Ela não deixa de falar sobre as constantes dificuldades: “os problemas não são os mesmos do início, mas ainda existem e vão sempre existir”, mas ela fala também das alegrias do ofício.

Alegria que Fabíola Oliveira, participante do Programa que tem o empreendimento de acessórios Colares D Odarah, entende muito bem: “Eu sinto uma felicidade enorme quando vejo alguém com um acessório que eu produzi, pulo, grito, fico muito feliz. Foi muito legal ver que a Renata, mesmo depois de oito anos, sente a mesma alegria ao ver alguém vestindo uma peça da Q-Vizu.”

Texto por: Marina Rotenberg

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